O que é o Mercado Livre de Energia?

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Afinal o que é o mercado livre de energia?

Na gestão de sua empresa, você tem em mãos a possibilidade de pesquisar e negociar valores para uma série de despesas, como para os gastos com serviços, materiais necessários, custos com publicidade, manutenção dentre outros. E quanto aos gastos com energia elétrica? Já pensou na possibilidade de comprar de maneira independente, negociando a demanda exatamente de acordo com as necessidades do seu negócio?

Esse é o mercado livre de energia, um ambiente no qual se negocia diretamente com as empresas geradoras e/ou comercializadoras e, nessa relação, se estabelece preços, prazos, volumes, entre outros detalhes. Ou seja, é uma condição completamente diferente de adquirir energia das concessionárias locais, o chamado mercado cativo, que é o formato obrigatório de distribuição para residências e pequenos comércios.

Nessa opção tradicional, o mercado cativo, não há espaços para nenhum tipo de negociação ou customização. Você paga uma fatura mensal e as tarifas são reguladas pelo governo. Um exemplo de prática adotada pelo governo é o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que indica se haverá algum acréscimo de valor na fatura de acordo com as cores verde, amarela e vermelha. Nas cores amarela e vermelha, há acréscimo de valor porque foi necessário utilizar energia proveniente das usinas térmicas, que são mais caras, para compensar períodos mais secos e perda de capacidade de geração das hidrelétricas. Se esse período de energia mais cara na fatura coincidir com a fase que o seu negócio também precisa de mais energia, você tem um gasto ainda maior.

Já no mercado livre de energia, a empresa não sofre essas oscilações de tarifas e pode prever os gastos por todo um período de contrato negociado. As vantagens são muitas.

Como funciona?

No Brasil, o mercado livre de energia, que também pode ser chamado de Ambiente de Contratação Livre (ACL) pode ser utilizado por empresas com demanda de pelo menos 500 kW, e fazer parte de uma categoria de “consumidores especiais”, que são as empresas que consomem entre 500 kW e 1500 MW. Nesse grupo, as empresas podem comprar energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes como eólica, biomassa ou solar.

Já as empresas que possuem uma demanda mínima de 1.500 MW entram no grupo de “consumidores livres”, que podem escolher livremente a fonte geradora de energia elétrica.

E por que migrar?

Um dos principais gastos das empresas é justamente com energia elétrica. E, ao aderir ao mercado livre de energia, comprando esse insumo tão crucial de forma personalizada, os custos com energia elétrica podem ser reduzidos em até 30%. Já pensou? É uma grande oportunidade de contribuir para a sustentação do negócio.

Para entender melhor como funciona o processo de migração para o mercado livre de energia, estudar possibilidades e ainda receber uma assistência exclusiva, uma opção é o Energia+, o e-commerce da AES Brasil. Ele presta um atendimento totalmente online

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