Dia: 12 de abril de 2021

Como funciona o setor elétrico?

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O setor elétrico é o grande responsável por garantir que a energia chegue até você ou sua empresa.

Não há mais como imaginar nossas vidas sem a energia elétrica. Neste exato momento, ela está passando pelos mais diversos setores produtivos e comerciais, residências, infraestruturas públicas e, é claro, salvando milhares de vidas nos hospitais.

É a energia elétrica também que mantém seu negócio funcionando e, para que seja aproveitada da maneira mais eficiente possível, depende de uma boa gestão para evitar custos extras com esse insumo essencial.

Para as que possuem um consumo a partir de 500 kW, o mercado livre de energia elétrica entra em cena com uma ótima opção para a conquista de redução de custos e melhor aproveitamento da demanda. E, para entender melhor porque esse modelo é tão interessante, que tal antes conhecer um pouco mais sobre como funciona o próprio setor elétrico brasileiro, que conta com uma cadeia produtiva bastante singular? Confira:

1 – Geração: é aqui que tudo começa, o momento que a energia é produzida. No Brasil, cerca de 65% da geração de energia elétrica é obtida das hidrelétricas, por meio da água corrente dos rios. Já as termelétricas, que geram a partir de combustíveis fósseis, gás natural, carvão mineral, biomassa e nuclear, correspondem a aproximadamente 25%, enquanto que a eólica representa 8,6% e a solar 1%.

2 – Transmissão: é o sistema que transporta a energia elétrica produzida pelas usinas geradoras até as empresas de distribuição. No Brasil, esse complexo é interconectado por todo o país e recebe o nome de Sistema Interligado Nacional (SIN).

3 – Distribuição: é o sistema de distribuição cumprido por uma empresa que recebe essa energia e redistribui para os consumidores finais, como as residências, os serviços públicos, comércios e indústrias.

4 – Comercialização: é o ambiente de compra e venda de energia elétrica. No Brasil, ele é gerido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e é dividido em dois segmentos:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR): também chamado de mercado cativo, aqui é onde ocorre as negociações entre as geradoras, distribuidoras e comercializadoras por meio de leilões. No mercado cativo, são definidas as concessionárias locais que deverão distribuir energia elétrica obrigatoriamente para as residências e pequenas empresas no formato que todos conhecemos: consumimos a energia e recebemos uma fatura ao fim do mês com tarifas reguladas pelo governo federal. Já para empresas que possuem maior demanda de energia, a compra pelo mercado cativo é opcional.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL): é nesse ambiente que ocorre o mercado livre de energia elétrica, que permite a livre negociação entre geradoras e comercializadoras diretamente com empresas consumidoras que possuem demanda de energia a partir de 500 kW. Portanto, o cliente, aqui chamado de Cliente Livre, escolhe a fonte geradora e pode negociar livremente preços, prazos, volume e outros detalhes.

Por que vale a pena migrar para o mercado livre de energia elétrica?

Por meio do mercado livre de energia, é possível reduzir cerca de 30% dos custos do seu negócio com energia elétrica, escolher a fonte geradora de energia, com a oportunidade de selecionar uma fonte renovável limpa, como a eólica, adquirir o volume de acordo com o que a sua empresa realmente precisa, e ainda ter muito mais controle no seu orçamento.

E se você está pensando que esse processo de migração deve ser extremamente trabalhoso, esqueça, pois isso é coisa do passado. Hoje, você pode contratar assessorias especializadas que tratam de todos os trâmites necessários para essa etapa. O Energia+ da AES Brasil é uma delas e tem como um dos seus principais diferenciais ser uma plataforma totalmente online, o que torna tudo muito mais prático. Além disso, ao acessar, é possível fazer simulações de redução de custos.

Um bom exemplo é o caso de uma rede de restaurantes de São Paulo, que estava em busca de soluções para reduzir seus gastos com energia elétrica, os quais giravam em torno de R$65.000,00 por mês. A proprietária da rede fez uma simulação pelo Energia+ e constatou que, ao fazer a migração, esses custos poderiam ser reduzidos para R$45.000,00. E foi assim que, em 2020, ela deu início à migração, tudo feito pela plataforma.

Portanto, lembre-se de que não é necessário ser um expert em mercado de energia para adotar medidas inteligentes para a sua empresa, mas sim, receber um bom suporte de quem entende do assunto e te ajude a desbravar esse universo de possibilidades.

Fontes: www.epe.gov.br/pt/abcdenergia/matriz-energetica-e-eletrica; www.aneel.gov.br; www.ccee.org.br

Conheça 5 vantagens do mercado livre de energia

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Para uma empresa se manter competitiva e seguir sua trajetória de sucesso, especialmente neste momento de tantos desafios, ela precisa olhar para o seu financeiro com o máximo de rigor, buscando as melhores soluções para a redução de custos, o que inclui uma gestão eficiente dos gastos com energia. Para isso, já pensou nas vantagens que a migração para o mercado livre de energia pode trazer para o seu negócio? Abaixo, listamos 5 benefícios dessa modalidade para a sua empresa.

1 – Redução de custos:

Essa é, sem dúvida, uma das vantagens mais atrativas. Isso porque, devido à competitividade de valores nesse tipo de mercado, a redução de custos com energia pode chegar até 30%. No mercado cativo, ou seja, o modelo padrão de aquisição de energia pela concessionária local, essa possibilidade já não existe, e os custos ficam ainda mais vulneráveis porque dependem das tarifas estabelecidas pelo governo, de acordo com as mudanças de bandeiras tarifárias.

2 – Liberdade de escolha:

Se você é um empreendedor ou empreendedora mais jovem, não viveu a época em que se alugava linhas telefônicas e era uma verdadeira jornada conseguir uma linha própria. Hoje isso soa muito curioso, já que agora todos têm total liberdade de escolher o melhor plano de telefonia para a sua empresa e uso pessoal. Agora imagina ter essa mesma liberdade de escolher o fornecedor de energia para o negócio? Essa facilidade só pode ser encontrada no mercado livre de energia, ambiente no qual se negocia volumes, prazos, preços e outros detalhes.

3 – Demanda sob medida:

Os gastos com energia são os um dos principais custos de toda empresa, mas não significam que sejam similares para cada negócio, ao contrário! Cada um tem suas necessidades específicas de uso de energia, as quais podem variar quanto ao tempo, horários e períodos do ano de maior ou menor consumo. No mercado cativo, não há como alinhar essas diferenças de demanda, o que já é possível no mercado livre de energia. Portanto, você consegue contratar o volume de energia exatamente do jeito que a sua empresa precisa.

4 – Controle de orçamento:

No planejamento anual da sua empresa, é possível estabelecer uma série de metas para controle de custos. Mas, com relação aos gastos de energia, se estiver no mercado cativo, isso já não é tão previsível, pois os gastos variam de acordo com as mudanças das bandeiras tarifárias. Isso ocorre porque, em períodos mais secos nos País, há uma diminuição da capacidade de geração de energia pelas hidrelétricas e necessidade de acionamento das usinas térmicas, que são mais caras. É nesse momento que estão estabelecidas as bandeiras amarela e vermelha. Já no mercado livre de energia, os valores são estabelecidos por outras variantes e você consegue fazer um planejamento por todo um período de contrato.

5 – Tornar a sua empresa mais sustentável:

Já pensou no quanto agrega ao seu negócio, e às suas próprias expectativas de relacionamento com o mundo, garantir que a sua empresa consuma energia gerada de forma totalmente limpa, protegendo o meio ambiente? Pois essa é também uma das vantagens de fazer parte do mercado livre de energia de elétrica, que é comprar de geradores de fontes renováveis limpas, como Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCH), eólica, solar ou biomassa.

Para entender melhor esses e outros benefícios da migração para o mercado livre de energia, acesse a página do Energia+, o e-commerce da AES Brasil, que é uma das maiores companhias geradoras de energia do País e referência em fontes renováveis. Lá, você encontrará todas as informações necessárias e ainda poderá fazer uma simulação de como fazer a migração. Vale a pena conferir!

Fontes: www.esferaenergia.com.br ; www.mercadolivredeenergia.com.br; www.aneel.gov.br

Como minha empresa pode comprar energia?

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Você leu certo, sua empresa pode comprar energia.

No mercado cativo de energia, que é o formato obrigatório para consumo nas residências e pequenos comércios, estamos de uma certa forma acostumados com a dinâmica de consumir, receber a fatura e pagar por esse consumo. Mas, e para adquirir por meio do mercado livre de energia elétrica: como fazer?

Quando você decide mudar o perfil de consumo de energia do seu negócio, é preciso cumprir algumas etapas legais, as quais, por mais burocráticas que possam parecer (e essa questão não precisa ser resolvida por você, vamos explicar logo mais por aqui como pode ser facilitado), são necessárias devido à complexidade de como funciona toda a rede de elementos que compõem a geração, transmissão e distribuição de energia elétrica no País, bem como seu sistema de gestão.

Não é à toa que o setor de energia elétrica é chamado de estratégico, afinal, ele não pode parar, inclusive para manter o seu negócio funcionando. Portanto, considere o seguinte: se a sua empresa vai mudar de perfil de consumo, o sistema de distribuição precisa garantir que essa troca não te traga nenhum transtorno e que você receba normalmente a energia que precisa.

Ok, mas o que preciso fazer então?

A primeira etapa é realizar uma migração para o mercado livre de energia elétrica, ou seja, sua empresa assume um novo perfil de consumo, o de Cliente Livre ou Agente de Contratação Livre, e isso precisa ser tratado juntos aos órgãos competentes.

Para cumprir essa etapa burocrática, chegamos ao assunto que adiantamos no início do texto. Ela pode ser feita por meio de um serviço exclusivo de suporte para o cumprimento dessas etapas, como é o caso do Energia+, uma plataforma online da AES Brasil que cuida de todo esse procedimento para os clientes que decidem migrar para o mercado livre de energia e comprar energia de forma mais eficiente.

Essa plataforma pode ser extremamente útil para quem atua nos mais diversos setores e nunca teve contato antes sobre qualquer assunto relacionado ao mercado livre de energia. Um segmento que pode se beneficiar muito, por exemplo, é o de supermercados, já que possui como sua segunda maior despesa os gastos com energia elétrica, especialmente devido ao uso de refrigeradores e ar-condicionado. Aos empresários do setor que estão em busca de soluções para redução de consumo, eles podem acessar a plataforma do Energia +, fazer uma simulação dos ganhos que poderiam obter ao se tornar um Cliente Livre e, conforme o resultado, iniciar o processo de migração na mesma plataforma, tudo de forma online e simples.

Para entender melhor, faça uma simulação de migração por meio do Energia+.

Próximos passos

Com a migração para o mercado livre de energia, obtendo a assessoria necessária, estes serão os próximos passos:

  • Fazer uma Denúncia de Contrato: esse é o nome dado para a etapa em que você avisa formalmente a concessionária local de energia de que pretende migrar o seu negócio para o mercado livre de energia. Você precisará enviar uma carta denúncia de acordo com a forma estipulada pela distribuidora, que pode ser carta ou e-mail. Essa carta precisa ser enviada com 180 dias de antecedência para a data prevista de migração para o mercado livre;

  • Depois que a distribuidora recebeu a carta, ela tem até 30 dias para concluir o processo de migração.

Em paralelo, você terá duas opções de formato de compra de energia. São estas:

  • Ser um Agente na Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse é o nome da entidade responsável por organizar todas as operações dentro do mercado livre de energia;
  • Ser representado na CCEE por um Comercializador Varejista que representa vários clientes. Neste caso, a empresa que realizar a migração por meio do Energia + poderá aderir a essa modalidade e ser representada pela AES Brasil junto à CCEE, sem nenhum outro tipo de preocupação.

Para as demais etapas, basta seguir as recomendações estipuladas pela distribuidora para a conclusão da migração e iniciar as primeiras movimentações no mercado livre de energia sob o alicece de uma assessoria, como o da AES Brasil,

Ou seja: migrar para o mercado livre de energia não é um bicho de sete cabeças, o segredo está em recorrer a quem realmente entende do assunto para adquirir o suporte necessário!

Fontes: www.aesbrasil.com.br;

Minha empresa pode migrar para o mercado livre de energia elétrica?

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Uma dúvida comum que surge para muitos empresários é: será que a minha empresa pode migrar para o mercado livre de energia?

Bem, um dos principais gastos de toda empresa é com a energia elétrica – quando não é o maior gasto, dependendo do setor que atua. Segundo uma pesquisa realizada pelo Sebrae Mato Grosso, com 354 empresas e lideranças, os gastos com energia elétrica representam cerca de 15,44% do orçamento do negócio.

Como uma boa alternativa, muitas empresas estão migrando para o mercado livre de energia elétrica, ambiente no qual o consumidor e o vendedor de energia negociam diretamente preços, prazos, volume, entre outros detalhes, e os custos com energia podem ser reduzidos em até 30%. Somente em 2020, houve um aumento de 22% de empresas que pediram a migração para o mercado livre de energia, de acordo com informações da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).

Se o seu negócio tem um consumo mínimo de 500 kW, a resposta é sim! Você já se enquadra no perfil necessário e dentro da categoria de “consumidores especiais”, que são as empresas que consomem entre 500 kW e 1500 MW. Para saber o consumo médio de energia da sua empresa, você encontra essa informação em sua atual conta de energia. Para uma demanda de 500 kW por mês, os gastos com energia elétrica costumam ser em torno de R$ 45.000,00 por mês.

Sabendo que a sua empresa é elegível e optando pela modalidade, o próximo passo recomendado é buscar um serviço de assessoria que auxilie no cumprimento de todo o processo de migração. Ou seja: você e a sua equipe não precisam ficar quebrando a cabeça para entender como funciona toda a parte burocrática.

Uma dica de assessoria para auxiliar nesse processo é o Energia +, o e-commerce da AES Brasil, que é uma das maiores companhias geradoras de energia do País e referência em fontes renováveis. Para se ter uma ideia, uma rede educacional que migrou para o mercado livre de energia com a AES Brasil chegou a economizar, em um ano, mais de R$500.000,00 nas contas de energia das 44 unidades migradas.

Lembre-se de que, diante de um cenário desafiador para o mercado, encontrar meios de economizar gastos é uma das medidas mais estratégicas para a saúde financeira do seu negócio, especialmente quando estamos falamos de um custo tão importante para qualquer empresa.

Fontes: www.aesbrasil.com.br; www.ccee.org.br

O que é o Mercado Livre de Energia?

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Afinal o que é o mercado livre de energia?

Na gestão de sua empresa, você tem em mãos a possibilidade de pesquisar e negociar valores para uma série de despesas, como para os gastos com serviços, materiais necessários, custos com publicidade, manutenção dentre outros. E quanto aos gastos com energia elétrica? Já pensou na possibilidade de comprar de maneira independente, negociando a demanda exatamente de acordo com as necessidades do seu negócio?

Esse é o mercado livre de energia, um ambiente no qual se negocia diretamente com as empresas geradoras e/ou comercializadoras e, nessa relação, se estabelece preços, prazos, volumes, entre outros detalhes. Ou seja, é uma condição completamente diferente de adquirir energia das concessionárias locais, o chamado mercado cativo, que é o formato obrigatório de distribuição para residências e pequenos comércios.

Nessa opção tradicional, o mercado cativo, não há espaços para nenhum tipo de negociação ou customização. Você paga uma fatura mensal e as tarifas são reguladas pelo governo. Um exemplo de prática adotada pelo governo é o Sistema de Bandeiras Tarifárias, que indica se haverá algum acréscimo de valor na fatura de acordo com as cores verde, amarela e vermelha. Nas cores amarela e vermelha, há acréscimo de valor porque foi necessário utilizar energia proveniente das usinas térmicas, que são mais caras, para compensar períodos mais secos e perda de capacidade de geração das hidrelétricas. Se esse período de energia mais cara na fatura coincidir com a fase que o seu negócio também precisa de mais energia, você tem um gasto ainda maior.

Já no mercado livre de energia, a empresa não sofre essas oscilações de tarifas e pode prever os gastos por todo um período de contrato negociado. As vantagens são muitas.

Como funciona?

No Brasil, o mercado livre de energia, que também pode ser chamado de Ambiente de Contratação Livre (ACL) pode ser utilizado por empresas com demanda de pelo menos 500 kW, e fazer parte de uma categoria de “consumidores especiais”, que são as empresas que consomem entre 500 kW e 1500 MW. Nesse grupo, as empresas podem comprar energia de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) ou de fontes como eólica, biomassa ou solar.

Já as empresas que possuem uma demanda mínima de 1.500 MW entram no grupo de “consumidores livres”, que podem escolher livremente a fonte geradora de energia elétrica.

E por que migrar?

Um dos principais gastos das empresas é justamente com energia elétrica. E, ao aderir ao mercado livre de energia, comprando esse insumo tão crucial de forma personalizada, os custos com energia elétrica podem ser reduzidos em até 30%. Já pensou? É uma grande oportunidade de contribuir para a sustentação do negócio.

Para entender melhor como funciona o processo de migração para o mercado livre de energia, estudar possibilidades e ainda receber uma assistência exclusiva, uma opção é o Energia+, o e-commerce da AES Brasil. Ele presta um atendimento totalmente online

para empresas que desejam aproveitar esse formato de energia. Vale a pena conferir!

Clique aqui e veja como funciona o processo para migração para o Mercado Livre de Energia